sábado, maio 17, 2003
"Já não tenho idade para estas espiritualidades"
É um olho, azul. Que nos olha, que interpela directamente o espectador. E nós, chegámos, verdadeiramente, a saber quem é que olhámos ao longo de toda uma obra?
Esse plano é outra forma, irreversível, de sentir que passou por aqui cinema. E foi assim, num autocarro, que vimos pela última vez João César Monteiro