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Janela Indiscreta
 
sábado, fevereiro 08, 2003  
Óptima sugestão!




Nobody's Jig

(Melodias e danças do período isabelino)

Les Witches

Alpha 502, 72'08''

A colecção Cantos da Terra, da etiqueta Alpha, dedicada às músicas da tradição oral, tem sido fonte de numerosas e agradáveis surpresas. Desta feita, o agrupamento Les Witches recriou com um brilho admirável uma série de danças e melodias do período isabelino, na sua maioria extraídas da colecção de John Playford "The English Dancing Master - Plaine and Easie Rules for the Dancing of Country Dances, with the Tune to each Dance" (Londres, 1651), Uma das principais fontes históricas relativa às danças renascentistas e do primeiro barroco, a obra foi concebida como uma espécie de auxiliar de memória para bailarinos e músicos, contendo indicações coreográficas alusivas a uma enorme quantidade de danças de carácter popular e constituindo, simultaneamente, um dos conjuntos mais ricos de melodias inglesas do século XVII. Estas foram harmonizadas pelos próprios instrumentistas de Les Witches - na época, estas eram apenas uma base para improvisações e variações infinitas que não se escreviam na partitura -, recorrendo quer a práticas históricas de diminuição, ornamentação e glosa, quer a influências da música tradicional (a marca da música irlandesa é bastante notória em vários trechos). Com títulos tão misteriosos ou sugestivos como "Nobody's Jig Mr, Lane's MagottÉ", "Virgin Quenn, Bobbing Joe", "Sheperd's Holliday" ou "Paul's Steeple" transportam-nos aos bailes de camponeses, aos serões das tabernas ou às faustosas festas da corte de Isabel I. Para a interpretação, optou-se por um "Broken Consort" (conjunto formado por instrumentos de famílias diferentes), com uma constituição apoiada em fontes literárias e na iconografia da época: flauta, alaúde, cravo, violino e viola da gamba (ocasionalmente também o cistre). O resultado é de uma incrível vivacidade e espontaneidade colocando-nos a meio caminho entre a música antiga, a música tradicional ou mesmo o jazz, pela forte componente de improvisação sobre modelos melódicos ou estruturas harmónicas. É também uma prova da crescente versatilidade de instrumentistas tradicionalmente vinculados ao repertório anterior ao século XVIII e da quebra de barreiras entre os géneros.

© Mil Folhas - Cristina Fernandes


posted by Anónimo on 17:05


 
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